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Mostrando postagens de Novembro, 2010

Sem Medo do Futuro

.Quem tem medo do futuro Vira escravo do presente.

É tão chato quando você é só mais um na multidão, você não se destaca, é só mais um, gostando das mesmas coisas idiotas, suas opiniões emprestadas, plagiadas, quem se importa? Todo mundo se importa é com a vida do outro, com o próximo capitulo da novela, em ser o "melhor" qual é a graça? Alguém me diz! Qual a graça? Certa vez, eu estava com o meu pai numa loja de equipamentos para camping, meu pai sempre comprou ali, já faz anos... O dono da loja era um senhor já de idade e ele tinha uma mulher do cabelo em pé do semblante emburrado, estava sempre reclamando com o marido, sempre. Quando saímos da loja, meu pai me disse: _ Esse homem tem essa loja há 20 anos, ele esta sempre me dizendo que vai acampar, mas ele nunca acampou na vida, e tem uma loja de equipamentos de camping! Há 20 anos!

Aposto que o homem se julgava feliz, mas ele nunca conheceu a felicidade, nunca viu o sol nascendo de forma tão bela, e dormiu entre a natur…

Vidas Roubadas

Notícias - IbaseNet (www.ibase.br)
Viagem pelo interior da Amazônia
Flávia Mattar

Ativista dos direitos humanos, a jornalista inglesa Binka Le Breton, convidada pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), aventurou-se pela Amazônia em busca de informações sobre trabalho escravo. O resultado da pesquisa se transformou no livro Vidas Roubadas: A Escravidão Moderna na Amazônia Brasileira. Na entrevista que nos concedeu, a simpática Binka, assim como faz no livro, conta o cotidiano, os laços, os anseios e frustrações desses trabalhadores. Desses homens do Nordeste, em sua maioria. Fala também das dificuldades para a aprovação de leis que acabem com essa afronta aos direitos humanos, que efetivamente punam os escravizadores.
IbaseNet - Como surgiu a idéia de realizar uma pesquisa sobre trabalho escravo no Brasil?

Binka Le Breton - Estou há 13 anos por aqui. Desenvolvi alguns trabalhos, entre eles um livro sobre os conflitos da terra, enfocando a vida e a morte do padre Jozimo. A CPT, que tinha…

Escravos dos Patrões, ou Soldados da Borracha?

Escravos dos Patrões,  ou Soldados  da  Borracha?("Brazil's rubber soldiers"). Para quem não sabe, os “soldados da borracha” atuaram entre 1942 e 1945 e foram o principal contingente brasileiro durante a Segunda Guerra. Esse contingente contou com 60.000 homens, contra os 20.000 que foram enviados para a Itália. Perdeu 30.000, contra os 454 que morreram na Itália. Foi formado por causa da necessidade americana de garantir a produção de borracha, já que a produção asiática estava sob controle japonês. A primitiva e praticamente abandonada produção de borracha amazônica foi reativada a partir de um grande conto do vigário. Foram recrutados trabalhadores nas regiões mais pobres (principalmente o Nordeste) com a promessa de um Eldorado. Riqueza fácil, que era garantida, antes do embarque, por um soldo diário de ½ dólar. A desorganização era total, a viagem levava pelo menos 3 meses e, logo, logo, nossos “soldados da borracha” transformavam-se em “escravos dos patrões da selv…

Sindicato do Crime

Em apenas 18 dias, dois diretores do Sindicato dos Motoristas de Õnibus foram executados. É o quinto caso na gestão do atual presidente, Isao Hosogi, o Jorginho
 fonte:Cristina Christiano
O assassinato de mais um diretor do Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores do Ramo de Transportes Urbanos, Rodoviários e Anexos de São Paulo jogou a polícia paulista no meio de um quebra-cabeças onde as peças não se encaixam. De um lado, há uma diretoria poderosa, responsável pelo controle de uma das maiores categorias do setor da América Latina, e, de outro, uma disputa acirrada por poder e dinheiro. A briga, que se estende por 18 anos, já fez catorze vítimas e a maioria dos casos ainda está sem solução.
José Carlos da Silva, de 50 anos, conhecido como Irmão, por ser evangélico, é o segundo diretor do sindicato executado em apenas 18 dias e o quinto na administração do atual presidente, Isao Hosogi, o Jorginho.
"Estou com medo", admite Jorginho, que na semana passada prestou depoimento …

O Primeiro Calendário Romano

se confundiu ao escrever o mês de setembro como 07 ou novembro como 09? Pois saiba que você não está errado. Setembro vem de Septem (sete em latim). Era, portanto, o sétimo mês do calendário antigo. E Novembro de novem (nove em latim).
O que aconteceu?
O primeiro calendário romano, criado no século 8 a.C., ia de março a dezembro. No calendário de Rômulo, o primeiro rei de Roma e seu fundador, o ano tinha apenas dez meses e foram batizados com nomes de deuses pagãos.
Numa Pompílio, sucessor de Rômulo, querendo igualar a contagem do tempo romano à dos gregos e fenícios, reformulou o calendário de Rômulo, acrescentando os meses de Janeiro e Fevereiro. Nesse tempo os meses eram lunares, de acordo com o movimento da lua, e o ano tinha 355 dias. A diferença de dez dias entre o ano lunar e o solar (365 dias), fazia com que de três em três anos houvesse um mês a mais, o Intercalaris. Era muito complicado, não era?
Júlio César resolveu acabar com a bagunça e estabeleceu o seguinte calendário …

Anivesário do Lucas

Neste  sabado, dia  27  de novenbro, a  familia se  reune  para  comemora os  10  anos  de Lucas-Feliz aniversário

Um momento especial de renovação para sua alma e seu espírito, porque Deus, na sua infinita sabedoria, deu à natureza, a capacidade de desabrochar a cada nova estação e a nós capacidade de recomeçar a cada ano.

Desejo a você, um ano cheio de amor e de alegrias.

Afinal fazer aniversário é ter a chance de fazer novos amigos, ajudar mais pessoas, aprender e ensinar novas lições, vivenciar outras dores e suportar velhos problemas.

Sorrir novos motivos e chorar outros, porque, amar o próximo é dar mais amparo, rezar mais preces e agradecer mais vezes.

Fazer Aniversário é amadurecer um pouco mais e olhar a vida como uma dádiva de Deus.

É ser grato, reconhecido, forte, destemido.

É ser rima, é ser verso, é ver Deus no universo;
parabéns a você nesse dia tão grandioso

Soldado da Borracha Pela primeira Vez na história da justiça Brasileira

Pela primeira vez na história da justiça brasileira o caso de indenização por violação de Direitos Humanos envolvendo os soldados da borracha ainda vivos e também filhos e netos daqueles que já faleceram será julgado. Para tal feito a Juíza Federal da 2ª Vara da Justiça Federal em Rondônia, Carmen Elizângela Dias Moreira de Resende, intimou o Governo Norte Americano e a União Federal, pois na época da chamada “Campanha da Borracha”, ambos os países assinaram os acordos de Washington, visando assim, enviar os nordestinos a floresta amazônica a fim de multiplicar a produção da borracha brasileira que foi necessária para vitória na 2ª Guerra Mundial.

De acordo com o advogado dos Soldados da Borracha e familiares, Irlan Silva, um dos relatórios das Organizações das Nações Unidas (ONU), que investigou casos de violação de direitos humanos no mundo, relatou que a situação dos seringueiros da Amazônia foi um exemplo de trabalho escravo mantido por inércia pelo Estado brasileiro, típico de t…

A Ttransamazônica um beco sem saida

Em 10 de outubro de 1970, a capa da Folha de S. Paulo noticiava dois grandes acontecimentos. Após meses de debates violentos, os italianos acordavam num país onde o divórcio iria ser permitido. Oito mil quilômetros ao sudoeste, uma árvore de 50 metros derrubada no meio da selva amazônica era a muda testemunha, ao contrário, da intenção de um casamento que não iria ter vida fácil: entre a região Norte e o resto do Brasil. Ao lado da árvore, uma placa de bronze incrustada no tronco de uma castanheira, descerrada no dia anterior pelo general Emílio Garrastazu Médici, dizia: "Nestas margens do Xingu, em plena selva amazônica, o Sr. Presidente da Republica dá início à construção da Transamazônica, numa arrancada histórica para a conquista deste gigantesco mundo verde".
Mais de trinta anos depois, a "arrancada histórica" está longe de ser acabada. Dos sonhos do Plano de Integração Nacional e do "Brasil Grande" do regime militar, resta uma pista de terra vermelh…

História da Batalha da Borracha Um exécito abandonado no inferno Verde

A operação montada por Getúlio Vargas para garantir aos EUA a matéria-prima estratégica na Segunda Guerra Mundial levou à morte 30 mil nordestinos, heróis que foram esquecidos na floresta amazônica
Um exército abandonado no inferno verde – a floresta amazônica – durante a Segunda Guerra Mundial espera, há 50 anos, os direitos e a homenagem prometidos pelo governo federal. Em 1942, o presidente Getúlio Vargas recrutou a tropa para uma operação de emergência que coletaria látex para os americanos. Eram 55 mil nordestinos, 30 mil só do Ceará, que fugiam da seca em busca de riqueza e honra naquela que ficou conhecida como a Batalha da Borracha. Eles não enfrentaram alemães nem japoneses. Lutaram contra os males tropicais, a fome, a escravidão e o abandono. Uma reportagem publicada na época, pelo jornal New Chronicle, de Londres, já denunciava que 31 mil migrantes morreram nesse esforço para conquistar matéria-prima para o arsenal do Tio Sam. Só seis mil conseguiram voltar para casa. Os de…

A República do Acre

A República do Acre e Galvez


Por Marcos Vinicius Neves
Até hoje a figura de Luís Rodrigues Galvez de Árias permanece inexplicada na consciência brasileira e acreana. A começar por sua nacionalidade, afinal de contas não se conhece muitos exemplos da presença espanhola na história brasileira.
Galvez entrou repentinamente na história da questão acreana e quando menos se esperava, havia passado da condição de coadjuvante para a de protagonista. Essa entrada súbita e inesperada em cena se deve em parte aos seus próprios méritos de homem ilustrado e carismático, mas em boa parte deve ser creditada ao vácuo produzido pela a indefinição com que os governos do Amazonas, do Brasil e da Bolívia tratavam a questão dos territórios além da linha Cunha Gomes.
Galvez não criou nada. Os seringalistas e seringueiros já haviam expulsado os bolivianos duas vezes antes de sua chegada ao Acre. Os brasileiros habitantes do baixo-Acre, haviam mesmo se declarado em situação revolucionária e estabelecido uma…

História da Vida da TV Acre

História


O jornalista Phelippe Daou, entrou em 1972 na concorrência para adquirir a primeira emissora no estado, enquanto no mesmo ano entrava no ar a TV Amazonas. A concorrência saiu dois anos depois.
Em 1974, a convite do jornalista Phelippe Daou, o diretor-presidente da Rádio TV do Amazonas, Pedro Paulo Menezes Campos Pereira, chega a TV Acre como o primeiro funcionário contratado para assumir a função de repórter e âncora do primeiro telejornal da emissora, Jornal do Acre, tendo apresentado também, o programa esportivo A Bola é Nossa.

Foi na época de Campos Pereira que a TV Acre gerou as primeiras imagens aos telespectadores e justamente coube ao esporte o privilégio de ter as imagens na tela do televisor.

Com primeiras imagens geradas através de um pequeno transmissor instalado no Palácio do Bispo, no centro do Rio Branco, a TV Acre entrou no ar no canal 4, em caráter experimental em junho, apresentando primeiras imagens gravadas em fitas, vindas da TV Amazonas de Manaus, com cen…