Pular para o conteúdo principal

Por que os homens escoceses usam saia? 0 Esocócia x Brasil 2

Há poucas mulheres escocesas nos arredores do Emirates Stadium. Presentes em maior número, as brasileiras fazem sucesso  Foto: Fábio de Mello Castanho/Terra  Moda celta virou símbolo da Escócia
Por que os homens escoceses usam saia? 

O kilt, ou saiote escocês, é uma adaptação de uma túnica de lã chamada plaid, cuja origem ninguém conhece ao certo. Supõe-se que ela tenha sido usada desde o século VI antes de Cristo pelos celtas, os antigos habitantes das terras altas da Escócia. Era um traje com comprimento até os joelhos, como o moderno kilt. O tecido xadrez com o qual se fazia o manto foi batizado de tartan (quadriculado, no idioma celta). Era a roupa perfeita para o frio das montanhas escocesas. Além de quente, a lã protegia contra a umidade. Por isso acabou virando a vestimenta dos montanheses. "As calças compridas só foram trazidas às Ilhas Britânicas pelos anglo-saxões, a partir do século V da nossa era", afirma a historiadora de moda Mitsuko Shitara, da Faculdade Santa Marcelina, em São Paulo. Mesmo assim, os descendentes dos celtas que habitavam as highlands (terras altas) continuaram usando suas túnicas. Como os tartans eram tingidos com plantas de diferentes regiões da Escócia, os clãs dominantes em cada distrito começaram a ser reconhecidos de acordo com o padrão xadrez de seus kilts. No século XIX, o movimento romântico tentou fazer das saias de lã um símbolo nacional da Escócia. "Isso desagradou aos moradores das planícies, que usavam calças e achavam o kilt um sinal de barbarismo", contou o historiador escocês Alex Woolf, da Universidade de Edimburgo. Mas o fato é que a moda pegou. Hoje é comum ver homens de kilt pelas ruas das cidades escocesas
fontos de Brasileiros   e Ecoceses antes do jogo, 

Comentários

  1. “Percebemos quem são nossos amigos verdadeiros somente em momentos de adversidades?”

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

POR ONDE ANDA ?BARROS DE ALENCAR

BARROS DE ALENCAR POR ONDE ANDA ? Atualmente está participando do programa Kaká Siqueira na Rádio Record AM (1.000 kHz - São Paulo/SP), onde apresenta o quadro "Momento Barros de Alencar". BREVE HISTÓRICO: Comunicador, radialista, cantor e apresentador de TV. Paraíbano da cidade de Uiraúna, nasceu no dia 5 de agosto. Começou na Rádio Borburema, em Campina Grande - PB. Depois passou por Recife, Fortaleza e Belo Horizonte até chegar a cidade de São Paulo. Na Capital paulista passou pela antiga Rádio Tupi de São Paulo, Record e América. Na década de 80, comandou seu programa na TV Record, levando ao ar os grande sucessos musicais da época.

Povos indígenas no estado de Rondônia, fotos inéditas dos índios isolados do Acre

Povos indígenas no estado de Rondônia
Aikanã, Ajuru, Amondawa, Arara, Arikapu, Ariken, Aruá, Cinta Larga, Gavião, Jabuti, Kanoê, Karipuna, Karitiana, Kaxarari, Koiaiá, Kujubim, Makuráp, Mekén, Mutum, Nambikwara, Pakaanova, Paumelenho, Sakurabiat, Suruí, Tupari, Uru Eu Wau Wau, Urubu, Urupá
1-Povo Uru-Eu-Wau-Wau
A população da Terra indígena Uru-Eu-Wau-Wau é composta por vários subgrupos, como: Jupaú, Amondawa e Uru Pa In. Encontram-se distribuídos em 6 aldeias, nos limites da Terra Indígena, por questões de proteção e vigilância. Além destas etnias, há presença de índios isolados como os Parakuara e os Jurureís.
Os Jupaú traduzem sua autodenominação como "os que usam jenipapo". A denominação "Uru-eu-wau-wau" foi dada aos Jupaú pelos índios Oro-Uari.
Muitos foram os nomes atribuídos aos Uru-Eu-Wau-Wau. As denominações Bocas-Negras, Bocas-Pretas, Cautários, Sotérios, Cabeça-Vermelha, são encontradas na historiografia e estão relacionadas ao espaço geográfico ou a se…

Os 7 lugares impenetráveis do mundo

Os 7 lugares impenetráveis do mundo NOV 23 2009
Segue a lista dos 7 lugares de impossível acesso espalhados pelo mundo. São invulneráveis à entrada de qualquer pessoa não autorizada e foram estrategicamente construídos para evitar que isto aconteça. Look: . 1. O abrigo de sementes do fim do mundo A caverna (ou abrigo) de sementes do juízo final situa-se numa ilha norueguesa no Oceano Ártico aberto em 2008, criando um banco de mais de 100 milhões de sementes representando todas as principais culturas alimentares na Terra.
Trata-se então de uma gigante Arca de Noé afim de preservar a nossa flora, por milhares de anos. Se nossas espécies se acabarem por guerras, doenças ou até mesmo pelo aquecimento global, poderão ser reabastecidas a partir destas sementes, que estão protegidas 400 pés montanha abaixo, com todo o tipo de proteção para conservar nossas sementes. O local é constantemente protegido por guardas armados, pode suportar terremotos de magnitude 7º e também resiste a um ataque nuc…