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Mostrando postagens de Abril, 2015

Um carioca andarilho da bola que escolheu o Acre

Um carioca andarilho da bola que escolheu o AcreFrancisco Dandão

A vida de boleiro do cidadão Carlos Roberto de Oliveira começou aos 17 anos, em 1979, nos juvenis do Volta Redonda (RJ), principal time da sua cidade natal. Já ali, no primeiro contato com os seus companheiros de fantasia, o referido personagem deixaria o nome de batismo para trás e passaria a se chamar Merica, volante pegador e de um pulmão privilegiado. As boas atuações de Merica no Volta Redonda o levaram a se mudar para o poderoso Vasco da Gama, em 1981. O “Voltaço” se encontrava em dificuldades financeiras, sem dinheiro sequer para honrar a folha de pagamento. Era a oportunidade que o time de São Januário queria para comprar dois jovens talentos: o volante Merica e o ponteiro Zé Luís. A passagem de Merica pelo Vasco, entretanto, não durou muito tempo. Havia uma concorrência feroz na equipe principal. O jeito foi aceitar um empréstimo para algum time de fora do Rio de Janeiro, para “ganhar experiência”. Foi nessa hor…

PROF.ª DR.ª LUÍSA GALVÃO LESSA KARLBERG É ELEITA PRESIDENTE DA ACADEMIA ACREANA DE LETRAS

PROF.ª DR.ª LUÍSA GALVÃO LESSA KARLBERG É ELEITA PRESIDENTE DA ACADEMIA ACREANA DE LETRASAlmaAcreanaemAlma Acreana - Há 4 horas *A Prof.ª Dr.ª Luísa Galvão Lessa Karlberg, com a chapa intitulada “Tecido da Cultura Acreana”, foi eleita nova presidente da Academia Acreana de Letras (biênio 2015-2017). A eleição ocorreu neste dia 30 de abril, na Casa de Cultura, em Rio Branco. Luísa Lessa nasceu nas cabeceiras do igarapé Humaitá, afluente do rio Muru, distante oito dias de barco da cidade de Tarauacá. Iniciou os seus estudos em Cruzeiro do Sul, depois em Rio Branco, e, em seguida, Rio de Janeiro.* *Uma das maiores estudiosas de linguagem da região, Luísa Lessa possui graduação em Letras Vernáculas pela Universi...mais »

Acre noticias

Seca no Nordeste Brasileiro

Seca no Nordeste Brasileiro Seca no Nordeste Brasileiro  
Ter, 30 de Março de 2010 12:02  
Lúcia Gaspar Bibliotecária da Fundação Joaquim Nabuco pesquisaescolar@fundaj.gov.br
Trata-se de um fenômeno natural, caracterizado pelo atraso na precipitação de chuvas ou a sua distribuição irregular, que acaba prejudicando o crescimento ou desenvolvimento das plantações agrícolas. O problema não é novo, nem exclusivo do Nordeste brasileiro. Ocorre com freqüência, apresenta uma relativa periodicidade e pode ser previsto com uma certa antecedência. A seca incide no Brasil, assim como pode atingir a África, a Ásia, a Austrália e a América do Norte. No Nordeste, de acordo com registros históricos, o fenômeno aparece com intervalos próximos a dez anos, podendo se prolongar por períodos de três, quatro e, excepcionalmente, até cinco anos. As secas são conhecidas, no Brasil, desde o século XVI. A seca se manifesta com intensidades diferentes. Depende do índice de precipitações pluviométricas. Quando há …

Em Rio Branco, 31 bairros terão rodízio de água, diz Depasa