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    Foto de Jairo Carioca.
     Viana - mais perdido do que cego em tiroteio - voltou atrás e como se nada tivesse acontecido, foi "parceiro", desistiu das mudanças no primeiro escalão, para atender, segundo ele, mobilizações de cargos comissionados, a famosa panelinha. Enquanto isso, quem realmente merecia ser ouvido, o povo, continua chupando dedo. Tal postura lembra cômica personagem ficcional criada pelo dramaturgo brasileiro Dias Gomes e vivido, na televisão, pelo ator Paulo Gracindo: o Odorico Paraguaçu.

    CURIOSIDADES

    Autoria: Dias Gomes
    Supervisão: Daniel Filho
    Direção: Régis Cardoso
    Período de exibição:22/01/1973 – 03/10/1973
    Horário: 22h
    Nº de capítulos: 178
    A convivência nas gravações da novela e, posteriormetne, do seriado, aproximou os atores Paulo Gracindo e Lima Duarte. O intérprete de Zeca Diabo tem boas lembranças daquela fase. Os dois decoravam juntos e até improvisavam.
    Paulo Gracindo transformou Odorico Paraguaçu em personagem inesquecível da teledramaturgia brasileira. O próprio ator o considerava seu melhor personagem. Em entrevista a O Globo, em 1993, ele declarou que Odorico fez um sucesso tão grande que os prefeitos de todas as cidades que visitou, durante e depois da novela, queriam tirar fotos ao seu lado. Mas o personagem não era uma unanimidade. Em entrevista a O Globo, em fevereiro de 1973, o então deputado Aluisio Paraguassu, do MDB gaúcho, preocupava-se: “A imagem é nosso capital. Como a novela vem alcançando altos índices de audiência, tenho razões para estar preocupado com a possibilidade de os eleitores me confundirem com o Odorico”.
    Segundo o ator Gracindo Júnior, filho de Paulo Gracindo e intérprete do personagem Jairo na novela, seu pai tinha a liberdade de interferir no texto de Dias Gomes, criando muitos cacos, como algumas pérolas do linguajar do prefeito. O ator ressalta, ainda, que Paulo Gracindo era muito bem-humorado.
    A repercussão da novela foi tamanha que Odorico ressuscitou no seriado O Bem-Amado, exibido pela TV Globo entre 1980 e 1984.

    O Bem-Amado foi a primeira novela da TV Globo a ser exportada, abrindo o mercado estrangeiro para os produtos nacionais. Até então, apenas textos eram comercializados. Em março de 1976, foi ao ar pela TV Monte Carlo, de Montevidéu, o primeiro capítulo de El Bien Amado. Após edição e transcodificação, a fita matriz foi enviada para a CINSA (Cinematográfica Internacional), responsável pela inserção de sonorização, dublagem, ruídos e fundo musical. A edição para a primeira exibição ficou a cargo do diretor Paulo Ubiratan, que realizou todo o trabalho de reedição da novela. Distribuída para a América do Sul, teve seus 178 capítulos originais transformados em 223, porque cada capítulo deveria ter uma duração menor. A novela alcançou outros extremos, tendo sido exportada para 30 países, entre eles os Estados Unidos. Em 1977, toda a América Latina, com exceção da Venezuela, assistia a O Bem-Amado através da Spanish International Network. Em sua trajetória internacional, a novela atingiu o mercado europeu através da venda de direitos de exibição em Portugal.
    A peça que deu origem a O Bem-Amado foi escrita por Dias Gomes, em 1962, por encomenda de Flávio Rangel, que dirigia o Teatro Brasileiro de Comédia na época. Baseando-se em uma crônica publicada no Diário Carioca por Nestor de Holanda – candidato à prefeitura de uma pequena localidade no Espírito Santo fora eleito prometendo construir um cemitério –, o autor escreveu a peça apressadamente e ficou insatisfeito com o resultado. A história lhe foi contada pelo próprio Nestor de Holanda, tendo como base o relato do cantor Jorge Goulart.
    Odorico, Bem-Amado ou Os Mistérios do Amor e da Morte não foi montada em 1962, quando foi escrita, e só chegou ao público em 1963, publicada pela revista Cláudia (Editora Abril), na edição de Natal. Dias Gomes atendia a uma encomenda da publicação.
    Após o golpe militar de 1964, um exemplar da revista Cláudia, com a peça publicada, chegou às mãos de Benjamim Cattan, então diretor e produtor do programa TV de Vanguarda, da TV Tupi de São Paulo. Ele se entusiasmou com o texto e solicitou à Sociedade Brasileira de Autores (SBAT) autorização para gravá-la em versão televisiva, no programa que dirigia. A obra foi ao ar em junho de 1964.
    A peça foi encenada pela primeira vez em abril de 1969, pelo Teatro de Amadores de Pernambuco, no Teatro Santa Isabel de Recife (PE), com direção e cenários de Alfredo de Oliveira. Na ocasião, o trabalho ganhou um novo subtítulo: Odorico, Bem Amado ou Uma Obra do Governo. Em 1970, estreou no Rio de Janeiro, em uma montagem de Gianni Rato, com Procópio Ferreira no papel de Odorico Paraguaçu.
    Na produção da TV Globo, o autor desenvolveu os personagens da peça e criou novos, como Juarez Leão (Jardel Filho), Donana Medrado (Zilka Sallaberry) e Zelão das Asas (Milton Gonçalves).
    A versão definitiva e autorizada da peça foi publicada em livro, em 1975, com o título O Bem Amado, Farsa Sócio Política-Patológica. A obra, em nove quadros, já apresentava as alterações na relação de personagens e na estrutura do enredo que caracterizaram a versão televisiva. É desta última versão a troca do nome do matador contratado por Odorico – de Ordovino para Zeca Diabo –, assim como a adoção do apelido “irmãs Cajazeira” para Dorotéia, Dulcinéia e Judicéia.
    Em 1977, a editora Bells, de Porto Alegre, reuniu em um volume a peça teatral que deu origem à novela, já com o título Odorico, O Bem Amado, antecedida de uma curta novela literária escrita pelo autor para servir de base à adaptação para a TV.
    O perfil do personagem Odorico Paraguaçu começou a ser traçado a partir da figura do jornalista e deputado Carlos Lacerda, que marcou a biografia de Dias Gomes com perseguições políticas. No livroOdorico Paraguaçu, o Bem-Amado de Dias Gomes: História de um Personagem Larapista e Maquiavelento (título da coleção Aplauso, lançado pela Imprensa Oficial), José Dias destaca um depoimento do autor: “Odorico era um Lacerda exagerado. Mas depois reescrevi a peça e o Lacerda já estava cassado, na oposição, enfim, por baixo, então, não faria mais nenhum sentido aquela sátira que eu fazia dele. Trabalhei o personagem daí no sentido de mais um protótipo de um político demagogo do interior. Ele cresceu e se distanciou do Lacerda: adquiriu uma paisagem mais ampla. Desenvolvi um trabalho mais em cima do seu linguajar, o que lhe rendeu uma fisionomia muito forte.” A partir dessa informação, vê-se a tentativa de Dias Gomes de representar os dois lados da imagem pública de seu “inimigo”: o lado político, na ridícula figura de Odorico; e o lado jornalista, com o personagem Neco Pedreira, (Carlos Eduardo Dolabella) da novela. Além disso, Odorico e Neco Pedreira se digladiavam em torno da relação entre a imprensa e o poder.
    Lima Duarte havia sido contratado pela TV Globo em 1972 para dirigir O Bofe, reeditando a parceria vitoriosa com Bráulio Pedroso, com quem trabalhara em Beto Rockfeller (1968), sucesso da TV Tupi. O Bofe não teve o retorno esperado, e o ator já estava no fim do seu contrato com a emissora quando foi escalado para fazer um pequeno papel em O Bem-Amado. O personagem, que tinha importância modesta na peça original de Dias Gomes, acabou crescendo e permaneceu até o final da trama, tornando-se um dos papéis mais marcantes de Lima Duarte na televisão. - Zeca Diabo foi criado 30 anos antes de se tornar personagem de novela. O nome do matador deu título a uma peça escrita por Dias Gomes, em 1943. Encenada no Teatro Dulcina, no Rio de Janeiro, a obra abordava o cangaço e tinha como protagonista Procópio Ferreira.
    Na apresentação das cenas dos próximos capítulos da novela, o narrador dizia: “Só fala quem sabe. Não vale promessa. Pague pra ver. A vida é um jogo, um quebra cabeça. O Bem-Amado”.
    Uma versão de O Bem-Amado – com 60 capítulos –, reeditada por Paulo Ubiratan, foi ao ar entre janeiro e junho de 1977, também às 22h. A versão foi produzida para substituir a novela Despedida de Casado, de Walter George Durst, proibida pela Censura Federal. Seriam necessários seis meses para a liberação e a gravação de outra novela para o horário. - O Bem-Amado também foi reapresentada em um compacto de uma hora e meia, em março de 1980, como atração do Festival 15 anos. A exibição contou com apresentação de Zilka Sallaberry.
    Além da novela e do seriado, exibidos pela Rede Globo, a trama ganhou novas versões: voltou ao teatro, em 2007, e chegou aos cinemasem 2010, com direção de Guel Arraes e Marco Nanini no papel de Odorico Paraguaçu.
    O pai do diretor Daniel Filho, Juan Daniel, atuou na novela como Pepito, dono do bar da cidade.
    Sandra Bréa, no papel de Telma, filha de Odorico, estreava em telenovelas.
    Dias Gomes não se restringiu à realidade brasileira para criar a trama de O Bem-Amado. O escândalo político Watergate, ocorrido nos Estados Unidos no ano anterior à exibição da novela, inspirou o “Sucupiragate”. No caso, Odorico é acusado de espionagem por mandar instalar um microfone no confessionário da igreja, permitindo-lhe descobrir os segredos de seus inimigos.
    Dirceu Borboleta protagonizou muitas cenas cômicas na novela e se tornou um marco na carreira deEmiliano Queiroz. O ator conta que foi desenvolvendo os trejeitos do personagem ao longo da novela. Ao notar, por exemplo, que ele mesmo tinha uma tendência a andar com as pernas ligeiramente curvadas para dentro, exagerou o maneirismo e inventou o andar esquisito de Dirceu. Também tirou vantagem da novidade da imagem em cores: descobriu que podia fazer Dirceu ficar vermelho de raiva durante os acessos de fúria se pressionasse a garganta por alguns instantes antes de entrar em cena. Em 1994, o personagem se tornou integrante da Escolinha do Professor Raimundo, humorístico apresentado por Chico Anysio.
     
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