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Editorial - Tributo a Sérgio Melo





É comum quando a morte chega, relevarmos muitas coisas, amenizar entendimentos, buscar valorar apenas as virtudes. Mas aqui, isto se faz completamente desnecessário. Sérgio Melo foi sim um grande companheiro, profissional exemplar, homem de correção, amigo, fraterno, ético, gente do bem.
Neste dia 27 de maio, o Grande Arquiteto do Universo, faz um chamamento. Deus chama para o seu reino, Sérgio Melo, que durante décadas prestou relevantes serviços ao Estado, sempre com coerência, abnegação, respeito, e profissionalismo.
Ele ocupou cargos de relevância no serviço público, dentre estes, o de secretário de Estado, diretor de Comunicação Social do Governo, dando grande contribuição, e ao término de suas missões, sempre de cabeça erguida, limpo e puro, sem máculas, sem desvios de conduta.
Um homem simples, voltado para o seio familiar, nunca envolvido em escândalos, ou situações vexatórias, e em todos os lugares por onde passava sempre dando ênfase para as questões sociais, para os menos favorecidos, para os sem voz, sem defesa, sem direitos. Assim sendo, além de homem de imprensa, também foi um cidadão compromissado e engajado nas causas sociais.
Foram inúmeras as atuações de Sérgio Melo, mas recentemente esteve dedicado a Tv Candelária e ao Sistema Imagem de Comunicação. Sempre com humildade, soube encantar, angariar uma multidão de amigos, ser crítico com respeito, e agindo com justiça.
Rondônia fica triste, mais pobre, parte para o Oriente Eterno um de seus grandes valores. Segura na mão de Deus, grande companheiro, você efetivamente cumpriu com sua missão.
Neste momento de profunda tristeza, nos solidarizamos à dor da sua família, na certeza de que, por tudo o que fez e representa para seus contemporâneos, há de estar entre os justos.  Na Paz de  Cristo.   

Por Paulo Ayres: Servidor Público, Jornalista, Radialista, Professor, Técnico Legislativo e Tecnólogo em Gestão de Recursos Humanos. 

Comentários

  1. ·
    Quando um amigo morre, é como se uma parte nós também morresse. Um vazio instala-se no peito. A dor se mistura com a revolta de já não ter o amigo ao nosso lado, de já não podermos lhe tocar a mão, abraçar-lhe e dizer palavras amigas.
    A morte de um ente amado é uma dor inigualável, que fere a alma e deixa sempre uma cicatriz. Mas uma dia, o sofrimento agudo há de ir se transformando, aos poucos, em uma saudade doída que está quase sempre a latejar, até tornar-se saudade e bem querer que, já não martela os sentimentos todos o dia.
    Com o tempo, a dor e ausência causada pela morte vira apenas uma forte saudade que aparece por causa de uma antiga fotografia, um velho baú de recordações, uma história relembrada, ou um abraço que surge do nada. A saudade é memória das coisas boas que ficam guardadas no fundo do peito. Às vezes aperta, mas não dói mais
    Isso é apenas não ter vergonha de dizer o quanto é ser amigo, que Deus lhe der um bom lugar Sérgio Mello

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