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  • Mãe diz que filho entrou no hospital estável e dois meses depois não anda e nem enxerga

    João Renato Jácome | Rio Branco (AC)20/05/2015 15:39:56
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    Os problemas na saúde pública do Acre parecem não ter fim. Desta vez, a mãe de uma criança de 12 anos resolveu denunciar suposto ato de negligencia que estaria ocorrendo nas dependências do Hospital da Criança, em Rio Branco (AC). Há dois meses internado, agora, o menino só pode ser alimentado por sondas e já não consegue mais caminhar, nem enxergar.
    De acordo com a mãe, Zelha Santos de Oliveira, de 36 anos, moradora da zona rural de Boca do Acre (AM), a criança deu entrada na unidade de saúde no último dia 7 de março, apresentando quadro instável e após ter ficado por dois dias no hospital da região em que vivia. Acompanhado do esposo, a mulher relata que não recebe muitas informações da equipe médica e pede ajuda.
    “Eu quero que alguém nos de suporte. A gente chegou aqui dia sete de março, mas até agora não me disseram o que ele tem de verdade. Eles só fazem exames e nada. Já estou ficando desesperada. Como meu marido teve que ficar aqui comigo, nós perdemos tudo que tínhamos na nossa colônia, e estamos numa situação difícil”, conta a mulher.
    Ainda segundo Zelha, foi feio o pedido de uma ressonância magnética, mas após realizado, sem médico na unidade, não foi feita a análise do exame, fato que só chegou a acontecer mais de vinte dias depois, reclamou a mãe do menino.
    “Eu perguntei e eles me disseram que não tinha médico no hospital para ver os exames do meu filho. Meu Deus! O que é que tá acontecendo? Eu preciso saber o que ele tem”, lamenta a mulher, emocionada.
    Internado no leito 45 do Hospital da Criança, o menor só se alimenta através de sondas. Ele não consegue mais andar, nem enxerga, o que, segundo a mãe, é fator decisivo para a permanência do pai na unidade de saúde. “É muito difícil lidar com meu filho. Ele está numa situação muito complicada. Meu marido precisa ficar sempre comigo. Eu não consigo lidar com ele sozinha”, desafaba a agricultora.
    No final da entrevista, Zelha pediu que a reportagem lembrasse da atenciosidade da assistente social do Hospital, a servidora Priscila Diórgenes. “Essa menina me ajudou muito. Ela é muito cuidadosa e sempre esteve acompanhando a gente. Ela deu muita força e ajudou a gente. Tenho que lembrar isso”, afirma agradecida e sorrindo.
    Procurada, a Direção Clínica do HC negou a falta de assistência e explicou que o menino sofre com sequelas pós-encefalite viral. O Hospital informou que todo tipo de exames, necessário para um diagnóstico definitivo, foram realizados.
    “É uma lesão já estabelecida. Agora vamos esperar que a fisioterapia e a fonoaudiologia ajude essa criança a se reabilitar e se alimentar sozinho”, explicou o médico Edvaldo Amorim ao destacar que não será necessário encaminhar o menor para outro estado do país.

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