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Azul nega demissão de funcionários, mas não descarta corte de voos

01/04/2015 

Azul nega demissão de funcionários, mas não descarta corte de voos

Cia aérea informou que cortes 'não fazem parte da cultura da empresa'.
Permanência em cidades depende de incentivo para a aviação regional.

Do G1, em São Paulo
Avião da Azul Linhas Aéreas parte de Viracopos para Campinas (Foto: Reprodução EPTV)Avião da Azul Linhas Aéreas
(Foto: Reprodução EPTV)
A Azul Linhas Aéreas Brasileiras desmentiu informações divulgadas pela imprensa nesta quarta-feira (1) de que estaria cogitando demitir 700 pessoas. “Isso não procede. Ações como essa não fazem parte da cultura da companhia e nem de seu fundador, David Neeleman, que ao longo de sua trajetória esteve à frente de outras três aéreas e nunca realizou demissões”, informou por meio de nota.

A empresa esclareceu ainda que a permanência em algumas cidades hoje servidas depende da implementação do Plano de Desenvolvimento da Aviação Regional (PDAR) e que, caso não ocorra, a companhia não descarta a saída de alguns mercados. De acordo com o jornal "Folha de S.Paulo", a Azul já cortou voos para 11 cidades brasileiras e pretende cortar para outras 12.

“A Azul acredita que o PDAR é fundamental para o crescimento do setor e do Brasil e espera que seja implementado o quanto antes para continuar a servir mais de 100 cidades no país e ainda poder ampliá-las”, disse na nota.

O Programa de Desenvolvimento da Aviação Regional (PDAR) tem o objetivo de estimular o setor por meio de subsídios às tarifas aeroportuárias e aos custos dos voos. Recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) seriam usados para pagar custos relativos às tarifas aeroportuárias e de navegação aérea, assim como parte dos custos de voos nas rotas regionais. Para isso, o governo poderia usar até 30% dos recursos, equivalentes a R$ 1,3 bilhão do estimado para 2015. No entanto, com o ajuste fiscal proposto pelo governo, o dinheiro ainda não foi liberado.

A Azul Linhas Aéreas Brasileiras detém uma frota de 145 aeronaves, mais de 10 mil funcionários, mais de 900 voos diários, 105 destinos servidos e um terço do total de decolagens do país.

Azul deve demitir até 700 funcionários, diz jornal

Wikicommons
Avião da companhia aérea Azul
Avião da Azul: a queda de passageiros e a alta do dólar são os principais motivos
São Paulo - A companhia aérea Azul cortou voos para 11 destinos brasileiros e deve demitir até 700 funcionários com o objetivo de reduzir custos operacionais, informa a coluna de Mônica Bergamo publicada nesta quarta-feira (1°) no jornal “Folha de S. Paulo”.
Segundo a colunista, outras 12 cidades brasileiras serão tiradas da rota da empresa. Cada local emprega 30 pessoas.
A queda de passageiros e a alta do dólar são os principais motivos para a contenção, de acordo com as informações do jornal.
Enquanto o fluxo de passageiros que viaja a negócios caiu 30%, o combustível das aeronaves é negociado nos valores da moeda americana, que acumula valorização de cerca de 35% ante o real nos últimos seis meses.
Tópicos: VeículosAviõesTransportesAzulEmpresas,AviaçãoCompanhias aéreasDemissõesDesemprego,GestãoCâmbioDólarMoedas

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