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O novo Canal de Suez: a obra faraônica que o Egito fez em um ano

O novo Canal de Suez: a obra faraônica que o Egito fez em um ano

  • 2 agosto 2015


Reuters
Image captionO teste no novo canal foi realizado sob um forte esquema de segurança, com helicópteros e navios militares

É uma obra faraônica concluída em apenas um ano.
Trata-se do novo Canal de Suez, no Egito, que, após testes, será inaugurado oficialmente no dia 6 de agosto.
A obra é considerada essencial para o comércio regional e global.
A construção da nova via, que passa ao lado da maior parte do canal original, começou há menos de um ano.
A rota de 72 km permite a navegação em dois sentidos de barcos de grande porte.
Vários navios com contêineres de todo o mundo, escoltados por helicópteros e embarcações militares, passaram pelo canal desde o último sábado como parte desse ensaio.
O esquema de segurança tem suas razões, segundo autoridades egípcias.
A península do Sinai, nas imediações do canal, é uma região com atividade intensa de grupos islâmicos extremistas. Os militantes mataram centenas de civis desde o golpe militar que derrubou o presidente Mohammed Morsi em 2013.

Estímulo ao comércio

O canal de Suez original, inaugurado há quase 150 anos, une os mares Mediterrâneo e Vermelho.

Projeto do canal de Suez

US$ 8,5 bi
foram angariados para a expansão do canal
US$ 13,2 bi
é o rendimento esperado até 2023 (de US$ 5,3 bi)
  • 72 km serão adicionados ao canal
  • 97 navios passarão por dia no canal até 2023 (dos atuais 49)
  • 11 horas será o tempo de viagem na direção sul (atualmente, são 18 horas)
  • 12 meses de obras foram necessários para completar o projeto até agosto de 2015
AFP
O atual presidente do Egito, Abdel Fattah al Sisi, afirma que a expansão de uma das rotas de navegacão comercial mais importantes do mundo dará forte impulso à economia do país.
Pelo canal de Suez passa atualmente 7% do comércio mundial baseado em navegação.
A via é ainda uma das principais fontes de recursos para o Egito.
Estima-se que a construção do novo canal tenha custado US$ 8,5 bilhões. As obras - realizadas em regime de 24 horas - ficaram a cargo das Forças Armadas.



A passagem será inaugurada em 6 de agosto, exatamente um ano depois do começo dos trabalhos, seguindo a meta ambiciosa do presidente Al Sisi.
O chefe da Autoridade do Canal de Suez, almirante Mohab Mameesh, disse que o projeto significa um "renascimento" para o Egito.
Mas há quem critique a ideia. Alguns especialistas questionam os lucros projetados pelo governo e dizem que o dinheiro poderia ter sido gasto em demandas mais urgentes.
"É, sobretudo, um projeto patriótico, e isso é muito difícil de quantificar", afirmou à BBC o analista financeiro britânico Angus Blair, baseado no Cairo.
No último final de semana, o almirante Mameesh anunciou planos de construir outro canal mais próximo de Port Said, no Mediterrâneo.
A estimativa é que esse projeto consuma US$ 60 milhões, com extensão de 9,5 km, segundo a agência de notícias Reuters

A importância do Canal de Suez



    A ideia da construção de um canal que ligasse o Mar Mediterrâneo ao Mar Vermelho, remonta a época dos faraós do Egito, quando Senuseret III, que reinou de 1878 a.C. a 1840 a.C., ordenou as primeiras escavações que unia o Rio Nilo ao Mar Vermelho (era chamado de “Canal dos Faraós”). A partir daí, a cada reinado, o “canal” era escavado alguns quilômetros, e no governo de Dario I, cerca de 500 anos antes de Cristo, ele foi considerado completado.
    O Canal de Suez se estende desde a cidade de Suez, no Egito, às margens do Mar vermelho, até Porto Said, às margens do Mar Mediterrâneo, possui 163 km de extensão – o maior canal do mundo (sendo que desta extensão, 50 km foram escavados em pleno deserto). Para ser construído, precisou-se da força de mais de 1,5 milhões de egípcios e 120.000 deles morreram durante este período em razão da cólera.
    A construção durou 10 anos (1859 a 1869) e foi financiada pela França e pelo Egito. Mais tarde o Egito vendeu sua parte do canal ao Reino Unido devido à dívida externa que contraíra e a Inglaterra tornou-se a principal acionista, o que lhe garantia sua rota para as Índias.
    O projeto foi proposto pela Companhia Universal de Suez, de propriedade do francês Ferdinand de Lessepsque estava convencido e conseguiu convencer os governos dos dois países, de que o canal possibilitaria preservar e defender o Império Otomano, e que apesar da empreitada ser uma tarefa difícil, as dificuldades poderiam ser superadas com as técnicas modernas de construção. Além disso, em sua concepção, era um negócio muito rentável, uma obra grandiosa que mostraria sua importância com o passar dos anos, dando um grande impulso para a navegação de longo percurso.

    Crise de 1956
    Durante o pós guerra surge o nacionalismo no Egito, e com ele a revogação do Tratado anglo-egípcio de 1936 sobre o canal. Em 1951, Nahas Pasha, recém-eleito do partido Wafd nacionalista, fechou o Canal de Suez para o Reino Unido resultando em violência numa escala sem precedentes.

    Em julho de 1952 o general Mohammed Neguib tomou o poder no Egito e o secretário britânico de relações exteriores tentou negociar com o novo governo a reabertura do canal, mas sem sucesso.
    Em 1954, o coronel Gamel Abdul Nasser substituiu o general Neguib, e em outubro deste mesmo ano um tratado de reabertura do canal foi assinado entre Nasser e o então ministro britânico de Estado dos Negócios Estrangeiros, Anthony Nutting. O acordo duraria por sete anos.

    As tropas britânicas retiram-se do Egito em junho de 1956 e no mês seguinte o Canal de Suez foi nacionalizado pelo Egito, que o fechou novamente em 1967, durante a Guerra dos Seis Dias, e assim permaneceu, com uma força de manutenção da paz da ONU que lá esteve até 1974. O canal foi reaberto em 1975.
    O Canal de Suez na atualidade
    Sendo uma das vias marítimas mais importantes do mundo, pois liga o Ocidente ao Oriente, tem um fluxo de 14% dos produtos que movem a economia do mundo (anualmente mais de 15 mil navios passam por ele, com carga total de 300 a 400 milhões de toneladas!). De incalculável valor estratégico, o Egito retirou dele em 2007 uma receita (pedágio) superior a quatro mil milhões de dólares!
    Para o mundo, um dos fatores de importância deste canal é a logística: por ele há a possibilidade de se chegar até a Ásia, saindo da Europa, sem precisar contornar a África, pelo Cabo da Boa Esperança (o que era feito antes de sua construção). Para se ter uma noção, o trajeto de Londres (Inglaterra) até Mumbaim (Índia) é encurtado em 45%. Além disso, por estar perto do Golfo Pérsico, é através dele que se transfere combustível daquele local para a Europa, correspondendo a 26% das importações de petróleo.
    Atualmente existe um túnel rodoviário que passa por baixo do Canal de Suez. Ao entrar neste túnel, os veículos descem até 70 metros abaixo do nível do canal.
    Insegurança no Canal de Suez
    Apesar de sua enorme importância, o Canal de Suez encontra-se vulnerável e a Comunidade Internacional está preocupada com o fato, pois se encontra sob ameaças de ataques terroristas de um grupo do Egito (Brigadas AL-Furqan). Este grupo acusa as forças de segurança do Egito de serem apóstatas e descrentes, e tem atacado navios no canal desde 2013 (foram dois ataques, um em junho e outro em agosto deste ano). Apesar de não terem ocorridos danos nem a navios e nem às carga, os fatos geraram uma situação de insegurança, pois o grupo ameaça fazer novos ataques.
    Para Kevin Doherty, presidente da “Nexus Consulting”, empresa de segurança que monitora as ameaças marítimas, o grupo pode e tem capacidade de fazer ataques que poderão prejudicar os navios que passam pelo canal.
    Portanto, caso isso venha a acontecer, e chegue a interromper o fluxo de navios no canal, haverá graves consequências, piorando ainda mais a face da economia mundial que está em crise há mais de cinco anos.Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
    Canal de Suez
    Imagem de satélite do canal
    Localização
    País Egito
    Detalhes
    Inauguração17 de novembro de 1869(146 anos)
    ProprietárioAutoridade do Canal de Suez
    Estatísticas
    Websitewww.suezcanal.gov.eg
    Canal de Suez (em árabeقناة السويس Qanāt al-Suways) é uma via navegávelartificial a nível do mar localizada no Egito, entre o Mediterrâneo e o Mar Vermelho. Inaugurado em 17 de novembro de 1869, após 10 anos de construção, permite que navios viajem entre a Europa e a Ásia Meridional sem ter de navegar em torno de África, reduzindo assim a distância da viagem marítima entre o continente europeu e a Índia em cerca de 7 mil quilômetros. Na ponta norte do canal está Porto Said, onde existem duas saídas para o mar; no lado sul está a cidade de Suez, onde há uma saída para o mar. Ismaília está em sua margem oeste, a 3 km a partir da metade do canal.[1] Em 2012, 17.225 navios atravessaram a passagem de Suez, uma média de 47 por dia.[2]
    Quando construído, o canal tinha 164 km de comprimento e 8 metros de profundidade. Depois de vários alargamentos, tem 193,30 km de comprimento, 24 m de profundidade e 205 m de largura.[3] A passagem consiste do canal de acesso norte de 22 km, do próprio canal de 162,25 km e do acesso sul, de 9 km.[4]
    O canal tem paradas na passagem de Ballah e no Grande Lago Amargo.[5] A via não contém eclusas; a água do mar flui livremente através dela. Em geral, o canal a norte dos lagos amargos fluem para o norte no inverno e para o sul noverão. A sul dos lagos, as seguem a maré em Suez.[6] O canal pertence e é mantido pela Autoridade do Canal do Suez[7] (SCA) do governo do Egito. Nos termos da Convenção de Constantinopla, ele pode ser usado "em tempo de guerra como em tempo de paz, por todos os navios de comércio ou de guerra, sem distinção de bandeira."."[8]
    Em agosto de 2014, foi iniciada a expansão da passagem de Ballah em 35 km, ao custo de 8,4 bilhões de dólares, para aumentar a capacidade do canal. O financiamento foi providenciado através da emissão de certificados de investimento exclusivamente para entidades e indivíduos egípcios. Esta expansão deve dobrar a capacidade do canal de Suez 49 para 97 navios por dia.[9] O "Novo Canal de Suez", como a expansão foi apelidada, foi inaugurado em uma cerimônia no dia 6 de agosto de 2015.[10]

    História[editar | editar código-fonte]

    Antiguidade[editar | editar código-fonte]

    Possivelmente no começo da XII Dinastia o faraó Sesóstris III (1878 a.C. - 1839 a.C.) deve ter construído um canal oeste-leste escavado através do Wadi Tumilat, unindo o Rio Nilo ao Mar Vermelho, para o comércio direto com Punt. Evidências indicam sua existência pelo menos no século XIII a.C. durante o reinado deRamsés II.[11] [12] [13] [14] [15] Mais tarde entrou em decadência, e de acordo com aHistória do historiador grego Heródoto, o canal foi escavado por volta de 600 a.C. por Necho II, embora Necho II não tenha completado seu projeto.
    O canal foi finalmente completado em cerca de 500 a.C. pelo rei Dario I, o conquistador persa do Egito. Dario comemorou seu feito com inúmeras estelas de granito que ele ergue às margens do Nilo, incluindo uma próximo a Kabret, a 130 km de Suez, onde se lê:
    Cquote1.svgDiz o rei Dario: Eu sou um persa. Partindo da Pérsia, conquistei o Egito. Eu ordenei que esse canal fosse escavado a partir do rio chamado Nilo que corre no Egito, até o mar que começa na Pérsia. Quando o canal foi escavado como eu ordenei, navios vieram do Egito através deste canal para a Pérsia, como era a minha intenção.Cquote2.svg
    O canal foi novamente restaurado por Ptolomeu II Filadelfo por volta de 250 a.C. Nos 1000 anos seguintes ele seria sucessivamente modificado, destruído, e reconstruído, até ter sido totalmente abandonado no século VIII pelo califa abássida Almançor.[16] [17]

    Século XIX[editar | editar código-fonte]

    A companhia Suez de Ferdinand de Lesseps construiu o canal entre 1859 e 1869. No final dos trabalhos, o Egito e a França eram os proprietários do canal. Estima-se que 1,5 milhão de egípcios tenham participado da construção do canal e que 120 000 morreram, principalmente de cólera.
    Em 17 de fevereiro de 1867, o primeiro navio atravessou o canal, mas a inauguração oficial foi em 17 de novembro de 1869. O imperador da França Napoleão III, não estava presente, estando enfermo, sendo representado pela sua esposa a Imperatriz Eugenia, sobrinha do próprio Lesseps. Ao contrário da crença popular, a ópera Aida não foi encomendada ao compositor italiano Verdi para ser apresentada na inauguração, que só foi concluída e apresentada dois anos depois. Também presente como jornalista convidado, o escritor português Eça de Queiroz escreveu uma reportagem para o Diário de Notícias de Lisboa.[18]
    dívida externa do Egito obrigou o país a vender sua parte do canal ao Reino Unido, que garantia assim sua rota para asÍndias. Essa compra, conduzida pelo primeiro-ministro Disraeli, foi financiada por um empréstimo do banco Rotschild. As tropas britânicas instalaram-se às margens do canal para protegê-lo em 1882.
    Uma das primeiras travessias do canal no século XIX
    Convenção de Constantinopla (1888) estabeleceu a neutralidade do Canal que, mesmo em tempos de guerra, deveria servir a qualquer nação. Mais tarde, durante a Primeira Guerra Mundial, os britânicos negociaram o Acordo Sykes-Picot, que dividia o Oriente Médio de modo a afastar a influência francesa do canal.
    Em 26 de julho de 1956Gamal Abdel Nasser nacionaliza a companhia do canal com o intuito de financiar a construção da Barragem de Assuã, após a recusa dosEstados Unidos de fornecer os fundos necessários. Em represália, os bens egípcios foram congelados e a ajuda alimentar suprimida. Os principais acionários do canal eram, então, os britânicos e os franceses. Além disso, Nasser denuncia a presença colonial do Reino Unido no Oriente Médio e apoia os nacionalistas naGuerra da Argélia.
    O Reino Unido, a França e Israel se lançam então numa operação militar, batizada operação mosqueteiro, em 29 de outubro de 1956. A Crise do canal de Suez durou uma semana. A ONU confirmou a legitimidade egípcia e condenou a expedição franco-israelo-britânica com uma resolução.
    Com a Guerra dos Seis Dias em 1967, o canal permaneceu fechado até 1975, com uma força de manutenção da paz da ONU, a qual permaneceu lá estacionada até 1974. Quando por ocasião da Guerra do Yom Kipur em 1973 foi recuperado o canal, bem como foram destruídas as fortificações do exército israelense ao longo do canal.

    Expansão[editar | editar código-fonte]

    Em 2015 foi inaugurada a expansão do Canal de Suez, que permitirá dobrar até 2023 o fluxo diário de embarcações. Para tanto foi construída uma nova "faixa", de 35 km, paralela ao canal já existente, e a dragagem de um trecho de 37 km para torná-lo mais profundo e largo, permitindo a travessia de navios maiores. Os barcos podem agora viajar nas duas direções ao longo de todo o canal, numa viagem de onze horas, diminuindo em sete horas do tempo atual.[19]
    A obra permitirá, segundo estimativas do governo, um aumento na arrecadação de US$ 5,3 bilhões para US$ 13,2 bilhões até 2023. E espera-se que comporte um número maior de embarcações que cruzam o canal por dia de 49 para 97. [20]Tais projeções sofrem críticas de especialistas que só enxergam possibilidade de confirmação caso o comércio mundial tenha um crescimento anual de 9%. [21]

    Características[editar | editar código-fonte]

    O canal não possui eclusas, pois todo o trajeto está ao nível do mar, contrariamente ao canal do Panamá. O seu traçado apoia-se em três planos d'água, os lagos ManzalaTimsah e Lagos Amargos.
    O canal permite a passagem de navios de 15 m de calado, mas trabalhos são previstos a fim de permitir a passagem de supertankers com até 22 m até 2010. Atualmente, esses enormes navios devem distribuir parte da carga em outro tipo de transporte pertencente à administração do canal a fim de diminuir o calado e atravessar o canal.
    A largura média do canal é de 365 metros, dos quais 190 m são navegáveis. Inicialmente, esses dois valores eram de 52 e 44 m. Situados dos dois lados do canal, os canais de derivação levam o comprimento total da obra a 195 km.
    Aproximadamente 15 000 navios por ano atravessam o canal, representando 14% do transporte mundial de mercadorias. Uma travessia demora de 11 a 16 horas.

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