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Pleiades, as estrelas que choram

Pleiades, as estrelas que choram


As Plêiades ou Atlântidas eram as encantadoras filhas de Pleione e Atlas, que tinha recebido o castigo imposto por Zeus, de carregar os céus sobre os ombros, por ter se confrontado com Zeus pela supremacia do Olimpo. As Plêiades eram sete irmãs: Maia, Electra, Taígete, Steropo, Mérope, Celeno e Alcíone. De acordo com a lenda, as moças foram raptadas pelo rei Busíris do Egito. Hércules libertou-as, mas a seguir foram perseguidas por Orion que estava fascinado pela beleza das Plêiades.

Órion, era um gigante, filho de Posêidon, e tinha paixão por caçar. Eles se apaixonou por Mérope, uma das Pleiades, que tinha voto de castidade imposto por seu pai. Para escapar da implacável perseguição de Orion, o maior caçador de todos os tempos, as moças foram transformadas numa constelação, composta de sete estrelas, para escaparem do seu pretendente assustador. Atlas apreciava as filhas brilhando no céu enquanto cumpria seu castigo.

Conhecidas como "as irmãs que choram", as Plêiades anunciavam um tempo bom e agradável, quando surgiam , de 22 de abril a 10 de maio, e quando se punham, de 20 de outubro a 11 de novembro, anunciavam mau tempo.


O mito representa as expectativas que os pais colocam sobre os filhos querendo que eles sigam por um caminho ou por uma profissão que não correspondem às suas próprias escolhas. Também representa as imposições que colocamos nos relacionamentos afetivos e sociais não permitindo que os outros sejam como são ou façam suas próprias escolhas.

Atlas não permitiu o romance de Mérope com Orion, e assim preferiu viver longe das filhas vendo-as colocadas brilhando no céu, do que permitir que elas vivessem suas próprias experiências. Por isso, apesar de serem brilhantes, as Plêiades choram e representam a frustração. 

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