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História =Maria LIONÇA

A Maria Lionça

Transcrição de A Maria Lionça, Miguel Torga
Maria Lionça é a personagem principal deste conto. Maria é uma mulher respeitada, amada, pobre, bonita, forte,... Maria viveu em Galafura durante setenta anos onde encontrou o amor da sua vida, Lourenço Ruivo, com quem se casa e tem um filho, Pedro. Lourenço acaba por lhe provocar um grande desgosto de amor, pois Ruivo foje para o Brazil sem dar noticias.
Quinze anos depois caba por o predoar quando ele volta à terra muito doente, onde morre passado pouco tempo.
Maria fica assim sozinha a cuidar do filho que acaba por adoencer e morrer-lhe nos braços.
Maria Lionça também morre em março, depois de ter vivido uma vida a ajudar os outros.

O autor deste conto:
Personagem Principal
Miguel Torga, pseudónimo de Adolfo Correia da Rocha, (São Martinho de Anta, 12 de Agosto de 1907 — Coimbra, 17 de Janeiro de 1995)
Personagens Secundarias
Lourenço Ruivo foi o marido Maria Lionça e pai do seu filho.
Depois do nascimento do filho, Ruivo foge para o Brasil e volta quinze anos depois para falecer na terra onde tinha nascido.
Pedro é o filho de Maria e Lourenço que acaba por morrer nos braços da sua mãe,

A Maria Lionça, Miguel Torga
Adolfo da Rocha nasceu em São Martinho de Anta, Vila Real, a 12 de Agosto de 1907, oriundo de uma família humilde de Sabrosa, era filho de Francisco Correia Rocha e Maria da Conceição Barros.
Em 1917, aos dez anos, foi para uma casa apalaçada do Porto, habitada por parentes.
Fardado de branco, servia de porteiro, moço de recados,... Foi despedido um ano depois, devido à constante insubmissão.
Em 1918 foi mandado para o seminário de Lamego, onde viveu um dos anos cruciais da sua vida, estudou português, geografia e história, aprendeu latim e ganhou familiaridade com os textos sagrados. Pouco depois comunicou ao pai que não seria padre.
Emigrou para o Brasil em 1920 , ainda com doze anos, para trabalhar na fazenda do tio, proprietário de uma fazenda de café em Minas Gerais. Ao fim de quatro anos, o tio apercebe-se da sua inteligência e patrocina-lhe os estudos liceais no Ginásio Leopoldinense, em Leopoldina. Distingue-se como um aluno dotado. Em 1925, convicto de que ele viria a ser doutor em Coimbra, o tio propôs-se pagar-lhe os estudos como recompensa dos cinco anos de serviço, o que o levou a regressar a Portugal e concluir os estudos liceais.
Figurantes
Dr.Gil, médico municipal em Carrazedo que tratava tanto os ladrões como os santos.
Joana Ró, foi quem deu a noticia da morte de Maria Lionça.
Padre Jaime, sacerdote que fez o enterro de Maria Lionça.
Prior, quem casou Maria e Ruivo e acompanhou Maria durante toda a vida.
Homens e Mulheres da montanha, pessoas que viviam na aldeia.
O conto começa com a descrição de Galafura, a aldeia onde Maria Lionça viveu.
De seguida fala da morte da mesma, num dia de março, em que a aldeia se encontrava muito triste pois gostavam todos muito de Maria Lionça.
Porque logo em pequenina o seu sorriso, encheu a aldeia de lés a lés. Todos se acustomaram áquele rosto miudo e rosado e aqueles olhos escuros. Depois na meninice e na mocidade continuou a ser o "ai Jesus da terra". Era de todas as raparigas casadoiras a mais bonita, alegre, pura, mas também a mais respeitada, nela convergiam todas as virtudes da povoação.
Já mulher, Maria apaixonou-se por Lourenço Ruivo, com quem se casou, mas Ruivo não era o homem que todos esperavam para ela, engravatado aos domingos e sempre de costas direita durante a semana, não mostrava muito interesse em trabalhar nos campos.
Passados nove meses nasceu o seu filho, a quem chamaram Pedro.
Mas não fizera de Ruivo o companheiro que mercia, pois fugiu para o Brazil depois de Pedro ter nascido. Deixando-a sozinha a criar o filho e a tratar das terras.
Quinze anos depois, ele volta muito doente para morrer na aldeia onde tinha nascido, Maria e Pedro recebem-no de braços abertos, apesar de ele os ter abandonado.
Um mês depois está estendido sobre a cama onde tinha casado muito amarelo, seco e imóvel, onde acaba por morrer.
O filho Pedro é que não resistiu ao desencanto, envergonhado dum pai que lhe passara apenas pelos olhos como um fantasma. Acaba por partir para Lisboa recomessando uma nova vida trabanhando como marinheiro, mas algum tempo depois adoence e acaba por morrer nos braços da mãe.
Resumo
O Conto fala
Este conto fala sobre o amor incondicional de uma mulher, que mesmo depois de ser abandonada e estar quinze anos sem ter noticias do marido, o recebe como se nada tivesse acontecido, quando ele regressa à terra natal para morrer.
Este amor também era extensivel ao seu filho, que criou sozinha e que viu morrer nos seus braços sem nada poder fazer.
Infância e juventude
Carreira profissional
Em 1928 entra na faculdade escreve o seu primeiro livro e começa a colaborar em algumas revistas e jornais.
A sua escrita revela alguma rebeldia e inconformismo, que luta contra as injustiças e dificudades dos mais pobres. A sua origem humilde e a sua experiência como médico contribuiram de forma muito significativa para esta visão tão sencivel sobre os mais desprotegidos. Esta posição acaba por leva-lo à prisão, mas não deixa de escrever. Divide o seu tempo entre a profissão de médico e a literatura.
Escreve mais de cinquenta obras e è nomeado várias vezes para nobel da litereatura.
Casa com uma estudante belga com a qual tem uma filha.
Acaba por morrer em 1995 e na sua campa rasa está plantada uma torga.
Conto- factos e datas
Este conto " Maria Lionça" foi publicado pela primeira vez no livro "Contos da montanha" em 1941
Bibliografia/Webgrafia
Torga, Miguel (1941) Contos da montanha-Maria Lionça, 15 ediçao, Coimbra, Coimbra editora
http://pt.wikipedia.org/wiki/Miguel_Torga
https://www.googleimagens.pt
http://www.truca.pt/ouro/biografias1/miguel_torga.html
Trabalho realizado por:
Sofia Santos nº 28 8ºA

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