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Vacinas vencidas estão sendo aplicadas em bebês na Maternidade Bárbara Heliodora, denuncia pai

Vacinas vencidas estão sendo aplicadas em bebês na Maternidade Bárbara Heliodora, denuncia pai

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Vacinas estão vencidas desde o mês passado
Vacinas estão vencidas desde o mês passado
O serralheiro Edmilson Melo da Silva, 32 anos, denunciou, com exclusividade ao site A Folha do Acre, que médicos da Maternidade Bárbara Heliodora, em Rio Branco, têm realizado aplicação de remédios vencidos em crianças recém- nascidas.
Edmilson, pai de uma criança nascida na última terça-feira (1), afirma que uma médica, lotada naquela unidade de saúde, autorizou que aplicassem uma injeção no seu filho para o tratamento de uma suspeita de ter contraído sífilis.
“Meu filho nasceu na última terça-feira (1) e, segundo os médicos, deu uma alteração em um dos exames e apontava que poderia ter contraído sífilis, devido a minha esposa ter sido contaminada pela doença. Os médicos disseram que ele precisaria ficar internado 7 dias para fazer o tratamento com vacinas e nesse período aplicaram duas doses de remédio vencidos na minha criança, só não aplicaram a terceira porque proibi. Isso é um absurdo, nem em animais se aplica remédio vencido”, disse o pai.
O serralheiro afirma que o caso só foi percebido após uma acompanhante de outra criança notar a validade da medicamento que venceu no último mês e, mesmo assim, teria sido injetado em vários bebês.
Edmilsson disse, ainda, que a equipe médica tomou conhecimento do caso, mas mesmo assim optou por continuar com o procedimento.
“Fui falar com o médico que estava de plantão e ele disse que não aconselharia o procedimento, mas que se a colega médica, anterior, autorizou o procedimento ele não poderia interferir”, disse.
A reportagem da Folha do Acre entrou em contato com a assessoria de imprensa da Secretaria de Saúde do Acre, que divulgou nota sobre o caso. Confira a nota abaixo:
“De acordo com a direção da maternidade, existe um protocolo que regulariza a utilização dessa medicação até 30 dias após o vencimento, podendo ser estendido em até 6 meses conforme análise laboratorial. A matéria-prima para fabricação desse remédio está em falta no Brasil e no mundo, por isso essa medida foi tomada para evitar que os recém-nascidos, com Sífilis Congênita, fiquem sem o tratamento.
Todos os bebês que fazem uso desse tratamento são acompanhados por uma equipe médica. Após dez dias de tratamento, é feito um exame para verificar se o esquema foi eficaz, caso contrário, inicia-se um novo tratamento.
No Brasil, nos últimos anos, houve um aumento nos números de Sífilis Congênita, e o Acre está entre os estados que aumentaram incidência de casos”.
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