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Suécia hoje

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UM HOSPÍCIO CHAMADO SUÉCIA

Ah… a Suécia!!! O país de lindas montanhas de picos nevados, que possui a 4ª economia mais competitiva do mundo. Lá, todas as crianças de 1 a 5 anos têm lugar garantido nas creches públicas gratuitas; os cidadãos têm acesso a educação e saúde de alto padrão.

A imagem consagrada da Suécia é de um modelo de harmonia e justiça social. O que muitos desconhecem é que o grande bem-estar social contrasta com a degeneração das mais básicas noções de moral e dignidade humana. O Estado dá muito, mas cobra um altíssimo preço, e não é só em impostos: ele domina a alma e a vida dos suecos, especialmente das crianças e jovens.

Não por acaso, a Suécia é um dos países menos religiosos do mundo, e com maior número de ateus.

Apenas 23% da população crê em Deus. 
53% creem em algum tipo de espírito ou “força vital”. 
23% são ateus.

A Suécia é um país absolutamente esquerdista, totalmente anti-homem e dominado pela ditadura do politicamente correto.

A taxa de casamentos entre os suecos é uma das mais baixas do mundo, e o país é campeão em divórcios. E, apesar dos incentivos do governo – um dos pais pode ficar em casa por até um ano, recebendo 80% do salário – a Suécia é um dos países com menor taxa de natalidade. São comuns os casais que não desejam ter filho algum.

Enquanto isso, a população muçulmana no país DOBROU nos últimos 14 anos, e chegará a 10% em 2030. Nesse cenário, não é demais prever que, em menos de 100 anos, a Suécia será uma nação islâmica.

Tanta aversão a ter filhos talvez seja compreensível. Afinal, é o Estado sueco, e não as famílias, quem determina como devem ser educados e que valores devem ter. Um pai que discuta em voz alta com o filho pode ser alvo de denúncia criminal.

Uma menor de idade que deseje abortar, por qualquer motivo que seja, pode fazer isso sem que seus pais autorizem ou fiquem sabendo, até a 18ª semana. Os menores também têm livre acesso a acessórios para masturbação,vendidos nas farmácias.

Em 2010, um casal sueco ficou nove meses na cadeia e teve que pagar uma multa equivalente a 10 mil dólares após confessar que a educação de seus filhos incluía palmadas (sem espancamento, é bom notar). O tribunal reconheceu em seus documentos que os pais “tinham um relacionamento de amor e cuidado com os filhos” mas, ainda assim, o casal foi condenado e os filhos enviados a um orfanato.

Vejam que maravilha, que país “avançado”: o governo trata como monstros os pais que disciplinam os filhos com palmadas, mas permite que gente depravada se masturbe em lugares públicos.

Na família sueca, o homem[?] vale menos que o cachorro, fato que é alardeado com orgulho pelas feminazis, tanto da Suécia quanto do Brasil. Até mijar de pé é proibido na Suécia. Yola, uma psiquiatra trainee de 25 anos, diz que larga os namorados que insistem em ficarem em pé ao mijar. “O que mais eu posso fazer?”, disse seu novo namorado, Ingvar, que senta.

Meninos – com bilau – são do sexo masculino e meninas – com perereca – são do sexo feminino. Esse dado básico, que qualquer criança de três anos do mundo entende com clareza, está se esfacelando na Suécia.

Lá, domina a ideologia de gênero, que nega que a pessoa nasça com determinada identidade sexual; segundo essa filosofia, não é a natureza, mas sim cada qual é que decide qual é o seu “gênero”. O Estado prega que as crianças devem ser tratadas como criaturas de “gênero neutro”, mas, na prática, muitos meninos são estimulados a se afeminarem, e as meninas são motivadas a menosprezar as tarefas ligadas à maternidade.

Nas igrejas luteranas, os líderes eclesiásticos são eleitos democraticamente pelos membros da igreja, mulheres recebem a ordenação sacerdotal e episcopal e o “casamento” gay é permitido.

E nas igrejas evangélicas, é proibido pregar-se a carta do Apóstolo Paulo aos Romanos, capítulo 1, dos versículos 24 ao 32.....por se considerar homofóbicos estes versículos.

O país foi o primeiro a liberar a venda e uso de todas as drogas, e o resultado foi desastroso: dispararam os índices de criminalidade e suicídio. Por isso, o governo reviu a legislação, e hoje a Suécia reprime fortemente o tráfico e o uso de drogas. Mas as drogas não explicam, isoladamente, o problema do suicídio. Em um país onde pessoas são levadas a negar noções humanas elementares sobre o sexo, sobre Deus e a família, não surpreende que o número de pessoas psicologicamente atormentadas seja altíssimo. Em 2009, o suicídio era a causa mais comum de morte na Suécia, no grupo de pessoas entre 15 e 44 anos de idade.

Desde os anos 1980, o número de mortes por suicídio diminuiu bastante. Por outro lado, nos últimos anos, as tentativas de suicídio aumentaram drasticamente entre os jovens (de 15 a 24 anos). Como se explica isso? Vou dar meu palpite: muitos jovens não querem se matar de fato, mas se intoxicam com remédios ou ameaçam se tacar de alguma ponte pra fazerem notar a sua dor; é como um grito tresloucado por ajuda, por salvação.

Todo mundo fala que na Suécia tem isso, tem aquilo, é primeiro mundo, IDH elevado e que tem as pessoas mais felizes do mundo, mas alguém já parou pra pensar o porquê de os países escandinavos apresentarem as maiores taxas de suicídios do mundo? Claro que é por causa disso, visto que quase 80% dos casos de suicídio são praticados por pessoas do sexo masculino.

E eles ainda tem a cara de pau de dizer que é por causa do frio. Ah, vão à merda, porra!

Quarenta anos depois do parlamento sueco ter decidido, por unanimidade, mudar a homogenia Suécia de outrora para um país multicultural, os crimes violentos tiveram um crescimento de 300% e os estupros de 700%. A Suécia já está em segundo lugar em estupros, perdendo apenas para Lesoto no sul da África. Estatísticas sugerem agora que 1 em cada 4 mulheres suecas será estuprada. Em 2003, o estupro de estatística da Suécia s foram maiores do que a média em 9,24% , mas em 2005 eles subiram para 36,8% e em 2008 subiram para 53,2%. E o mais impressionante é que em um número de casos os tribunais suecos demonstraram compaixão pelos estupradores, absolvendo suspeitos que alegavam que a menina queria ter sexo com seis, sete ou oito homens. DAORA ESSE PAÍS HEIN.

Em Malmo, terceira maior cidade da Suécia, exemplo do “sucesso” do multiculturalismo, os judeus nem mesmo podem andar nas ruas tranquilos, pois têm medo de serem espancados pelos muçulmanos, que vivem em grande número na cidade. E a polícia pouco faz para protegê-los. Devido a isso, muitos judeus já deixaram Malmo, que se transformou numa cidade antissemita.

A Suécia já foi um país rico, bonito e moderno. Mas tudo isso mudou. Tornou-se tão totalitário como a Arábia Saudita ou Irã. As políticas de imigração têm dominado a cultura e o tesouro dos suecos. Um relatório da ONU diz que a Suécia em breve será uma nação de terceiro mundo.

Ei, esperem, mas aquilo é a Suécia, um país em alto estágio de inversão de valores, por causa da estratégia gramsciana e marxista. Então calma que tem mais...

É um país onde não tem puteiros para esvaziar o saco e se pagar pra comer alguma vadia, mesmo que a mesma esteja de acordo, você é que vai em cana, lá a prostituição é crime, mas não é a puta e nem o cafetão que são criminalizados e sim o cliente.

Sexo sem camisinha na Suécia é considerado estupro, mesmo que o ato tenha sido totalmente consensual, ou seja, se tu vai lá e come uma daquelas loiras rosadas maravilhosas no pelo e depois ela fica com raivinha porque você vai voltar pro Brasil e não vai levar ela, ela pode muito bem te acusar de estupro, você vai em cana e se fode de azul e amarelo. Foi o que aconteceu com o Julian Assange do Wikileaks, foi condenado por "crimes sexuais" na Suécia porque fez um ménage com duas vadias, sem capote, mesmo elas tendo feito sexo por livre e espontânea vontade.

Concluindo, a Suécia é a prova de que o mundo sem religião cantado por John Lennon em “Imagine” é um hospício.

Via: https://www.facebook.com/HonreSuasBolasPaspalho

Outro bom link com o mesmo título do texto é esse:
http://omarxismocultural.blogspot.com.br/2012/06/um-hospicio-chamado-suecia.html
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